Na parte de baixo da tabela, Atlético assiste rejeitados brilharem pelo Fluminense.

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Na sexta rodada do Campeonato Brasileiro, ocorrida no fim de semana do dia 14 de março, Fluminense e Atlético Mineiro tiveram resultados antagônicos. O tricolor conseguiu os três pontos após vencer o Athletico Paranaense por 3 a 2 e chegou a terceira colocação da liga, já o Galo foi derrotado fora de casa pelo Vitória por 2 a 0 e caiu para a 16ª posição, na beira do Z4.

Apesar de não haver correlação entre as duas partidas, o que revoltou os torcedores alvinegros foi ver Savarino e Arana decidirem o jogo para tricolor, – dois jogadores vendidos pelo Atlético por baixos valores, 2 e 5 milhões de euros respectivamente – junto com Lucho Acosta, que chegou a negociar com o Galo mas foi barrado pelo técnico Cuca. Pelo lado atleticano, apostas da diretoria para 2026, como Cassierra e Alan Minda não renderam e voltaram para Belo Horizonte sem pontuar na competição.

Na parte de baixo da tabela, Atlético assiste rejeitados brilharem pelo Fluminense.
Arana comemora gol da vitória contra o CAP no Maracanã (Foto: Maga Jr / Agência F8 / Gazeta Press)

A situação escancarou o enfraquecimento que o elenco do Atlético vem sofrendo desde 2022, quando o clube tinha o 3º plantel mais caro do país – hoje está em 12º na lista. Nesse período, a torcida teve que se contentar com contratações a custo zero (Pavón, Otávio, Reinier, Bernard, Dudu, Renan Lodi) ou apostas de valores menores (Edenilson, Scarpa, Cuello, Victor Hugo). Ao mesmo tempo, jogadores que vestiram a camisa alvinegra nesse período brilham por outros clubes, até mesmo os que saíram como rejeitados, são exemplos:
Zaracho: Campeão da Sulamericana 2024 e Recopa 2025 pelo Racing.Vendido por €1,65 mi.
Paulo Henrique: Convocado para a seleção pelo Vasco da Gama. Vendido por €900 mil.
Savarino: Campeão da Libertadores e do Brasileirão em 2024 pelo Botafogo. Vendido por €2,25 mi.
Paulinho: Destaque na Copa do Mundo de Clubes pelo Palmeiras. Vendido por €18 mi.

Com isso a pressão em cima dos dirigentes aumentouu, o CSO do clube, Paulo Bracks, está sofrendo pressões em seu cargo, que ocupa há mais de um ano. Rubens Menin e Rafael Menin também estão sendo pressionados pela torcida para falarem sobre a crise interna e externa que o clube passa.

Escrito por: Miguel Alves | @migalvezs
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